
Por Aviv Weiss
Tendo passado um ano letivo inteiro imerso na implementação da IA em várias redes parceiras, posso afirmar com confiança que essa tecnologia está mudando o mundo para os nossos jovens.
Eu entendo as preocupações com segurança, ética e a ansiedade que pais como eu sentem quando se trata de seus filhos usarem a IA. E como ex-professora e coach instrucional, sei o quão avassaladora (e aparentemente desnecessária) pode ser a introdução de mais uma nova tecnologia.
Exploramos esses tópicos na Parte 1 e na Parte 2 desta série, e eu encorajo você a ler os resumos ou assistir às gravações, se puder.
Dito tudo isso, eu nunca tive tanta fé como tenho hoje na possibilidade de apoiar professores e engajar alunos. Essa convicção está enraizada nas experiências reais que minha equipe e eu tivemos durante todo o ano, e estou empolgada por podermos compartilhar um pouco do que aprendemos com você hoje.
No final de junho, realizamos a Parte 3 de nossa série de webinars sobre IA, “Da Teoria à Prática”, e nesta grande final pudemos ouvir diretamente dos Diretores de Aprendizagem Profissional e Sucesso Distrital da Khan Academy.
Eles trabalharam lado a lado com 60 redes parceiras nos Estados Unidos no último ano letivo e puderam compartilhar, com a especialista em IA para educação e nossa gerente de parcerias escolares, Danielle Sullivan, notas de campo reais sobre o que funcionou e o que não funcionou.
Você pode assistir à gravação da conversa em inglês para obter os detalhes, incluindo histórias específicas, e/ou conferir os pontos-chave abaixo.
O que funcionou para as redes parceiras
- Planejamento Estratégico: as redes de maior sucesso tinham uma estratégia bem elaborada para a implementação da IA. Não se tratava de lançar a tecnologia mais avançada, mas sim de como ela era integrada ao ambiente de aprendizagem.
- Desenvolvimento Profissional Forte: os professores desempenham um papel significativo na implementação bem-sucedida da IA. Oferecer treinamento consistente e de qualidade para os educadores foi fundamental para criar um ambiente onde a IA pudesse prosperar.
- Engajamento dos responsáveis: envolver os responsáveis no processo e endereçar suas preocupações desde o início ajudou a promover um ambiente aberto e transparente.
- Foco Centrado no Aluno: A IA foi mais eficaz quando utilizada como uma ferramenta para apoiar a aprendizagem personalizada, em vez de uma solução de formato único.
O que não funcionou para as redes parceiras
- Apressar o Processo: as redes que tentaram implementar a IA sem um plano abrangente enfrentaram desafios.
- Ignorar a Curva de Aprendizagem: deixar de abordar a acentuada curva de aprendizado dos educadores levou à resistência e à falta de engajamento.
- Suporte Limitado para Solução de Problemas: sem suporte adequado, pequenos problemas técnicos muitas vezes se transformaram em grandes obstáculos.
- Falta de Comunicação: as redes que não se comunicaram de forma eficaz com pais, alunos e professores frequentemente enfrentaram reações negativas e resistência.
Abraçar a IA não significa abandonar os métodos tradicionais de ensino, mas sim torná-los melhores.
Pela minha experiência, vi como, com a abordagem correta, as redes podem integrar a IA de forma eficaz nas salas de aula, tornando a educação mais interativa, personalizada e empolgante.
Como Dina e Stacie deixaram claro na semana passada, a jornada com a IA é uma maratona, não um sprint — o sucesso reside na aprendizagem contínua, adaptação e crescimento.
Para saber mais, entre em contato para agendar uma conversa.



